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| 05/11/2010 |
Boa noite, boa foda
‘Que noite horrível, não dormi nada, me deu uma insônia que eu só consegui pegar no sono já de manhã’, diz uma mulher. ‘Eu também não dormi nadica de nada, tinha muito mosquito’, acrescenta um homem. Nem ela procura adequar o sono dela nem ele se preocupa em comprar um repelente ou produto pra matar insetos. E as coisas ficam como estão... Para continuar lendo o texto, clique aqui.
Escrito por DIego Francisco às 23h20
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Restaurantes da vida
Quem nunca trabalhou num restaurante deve imaginar que os que trabalham neste tipo de lugar têm regalias: podem comer e beber à vontade, tudo do bom e do melhor. Engana-se quem pensa deste jeito, porque nem todos são assim. Existe um mundo totalmente avesso, que será contado aqui: Para continuar lendo o texto, clique aqui.
Escrito por DIego Francisco às 23h18
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| 25/09/2010 |
Política: democracia e ignorância
Não há época melhor para se falar de política do que em ano eleitoral. As pessoas costumam ficar mais interessadas no assunto. Mas, fora deste período o que mais se vê é gente batendo no peito e dizendo com orgulho que “odeia política”. Uma pena! Pois, os que a amam estão se dando bem nela e não querem “largar o osso”. Ao que parece, colocaram “mel” nesse “osso”, porque cada vez mais pessoas estão “interessadas” nisso. Pelo menos no Brasil, qualquer um pode se candidatar a altos cargos públicos, com base numa Constituição que teoricamente diz que todos são iguais perante a lei. Para cuidar de um país como o nosso, com mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e com uma população próxima dos 200 milhões não é necessário ter nível superior. Basta saber assinar o nome! “Simples, assim!”. Querem administrar um país como se tivessem tomando conta de um boteco. Mas, lembre-se de que quem pode estar “bêbado” é o eleitor! Para continuar lendo o texto, clique aqui!
Escrito por DIego Francisco às 01h12
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| 25/08/2010 |
Pobreza: sinônimo de audiência
Você liga a TV e não tem nada o que presta para assistir. Muda-se de canal, e a mesma coisa: a pobreza alheia sendo exposta como ferramenta de manipulação para aumentar a audiência. É o sensacionalismo transformando a dor em entretenimento. Lágrimas e um sentimento de compensação por desejos frustrados tomam conta do telespectador. As histórias são bem semelhantes: pai desempregado com o aluguel atrasado ou então, uma família que saiu do nordeste para tentar a vida na “cidade grande”, mas não teve sorte e também não conseguiu voltar pra casa. Certos programas até dão brindes como forma de “ajudar”, e assim “pagar” pelo uso exagerado da imagem de um indivíduo. Para continuar lendo o texto, clique aqui.
Categoria: CRÍTICA PROGRESSIVA
Escrito por DIego Francisco às 00h18
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| 21/08/2010 |
Doce demais... Arripuna
Dentre todos os sentimentos, talvez o mais doce seja o amor. Nesta receita contém uma mistura de alegria, felicidade, esperança e um monte de coisas que só provando para saber. O que faz deste – que é considerado a maior emoção – ser o mais adocicado? Muito amor?: Certamente, o sabor que se dá a este sentimento é individual e varia de acordo com o tempo e o grau de intimidade que há entre duas pessoas. Num começo de relação, por exemplo, a perda de timidez e os beijos sufocantes são sinais de doçura. Mas, ainda se pode deixa-lo mais gostoso: futuramente os amassos dão um novo paladar ao casal. Mas, quando experimentam do sexo, é puro mel! Para continuar lendo o texto, basta clicar aqui!
Escrito por DIego Francisco às 22h05
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| 14/08/2010 |
Duas metades são dois
Matematicamente, sabe-se que a soma de duas metades dá um inteiro. E, certas filosofias ensinam que todo mundo deve encontrar o seu par, ou seja, a outra metade. No entanto, é preciso questionar se o simples fato de não se ter “alguém” te faz meia pessoa. Aprende-se desde pequeno que o indivíduo é único, ou seja, singular, e que não há ninguém totalmente igual nem no físico tampouco na personalidade. Portanto, subentende-se que Você é Você e ponto final, e que seus pais não deixaram por aí a forma para que outros fizessem cópias suas. O ser humano passa grande parte da vida numa busca por sua completude, e por fixar-se tanto nisso pode acabar se perdendo em certos momentos e falhando. O que completa um indivíduo?: Uma parceria amorosamente sexual? Uma realização profissional ou pessoal? Ou o quê? Para continuar lendo o texto, clique aqui.
Categoria: FILOSOFIA E PENSAMENTOS
Escrito por DIego Francisco às 20h12
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| 01/08/2010 |
Nada mais importa
Chega um momento da vida em que as coisas parecem simplesmente não importar mais. O mundo poderia acabar agora que Você não ia nem ligar. Então, Você se pergunta o quê está fazendo em determinado lugar, e quer que o tempo lhe dê respostas, mas exige isso olhando pra cima. O indivíduo se sente um peixe fora d’água. E, nada mais parece fazer sentido, nem Você tampouco os demais. O pior de tudo é que não há uma idade para que isso aconteça. Olha-se para o passado e só se percebe erros e mais erros. Vira-se para o outro lado, o presente, e se vê um fracassado(a). Tenta-se enxergar o que está à frente, e lá vai a esperança partindo para um lugar qualquer, mas sem Você, pois o futuro está obscuro, meio que nebuloso, e seu medo de correr o risco em consertar algo te faz melancólico(a), por temer que pode acabar falhando de novo. Quando se está acostumado a perder, prefere-se, muitas vezes, deixar tudo do jeito que está, porque uma desilusão poderia desarrumar o seu emocional que está fazendo um sobre-esforço para aceitar uma “utopia”. O texto continua. Para continuar lendo-o, basta clicar aqui.
Categoria: AUTO-AJUDA
Escrito por DIego Francisco às 17h06
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| 27/07/2010 |
Falso chique
É engraçada essa mania que o ser humano tem de querer sair da “merda”. Sob diferentes aspectos é compreensível e até normal, quando o interesse é o progresso. As pessoas tentam adotar novos valores pra assim fugirem de seu pobre passado ou de tudo que as façam se sentirem numa posição inferior em relação aos demais. Pobre quando quer deixar de ser pobre (ou ao menos não ser mais visto como tal) faz de tudo: o primeiro sinal é a “metidez”: fica com nojo de tudo e busca fugir dos lugares simples que costumava frequentar. Tem gente que se endivida até a alma só pra poder aparentar status. Tem os que se afogam em cartões de crédito pra comprarem roupas de grife e terem casa bonita. Quando se está em certos lugares, sabe-se logo quando uma pessoa é rica ou não. Geralmente quem tem grana tenta não mostrar isso: anda simples: de bermuda verde, camiseta branca e tênis laranja ou chinelo, por exemplo. Enquanto que um indivíduo de baixa condição financeira se emperiquita todo, porque deseja justamente o contrário: que pensem que ele tem dinheiro. Outro sinal de fuga é o estrangeirismo: é um tal de colocar nomes em “ingrês” nos filhos que não dá pra contar. E quanto mais difícil de escrever melhor, mesmo não importando se a criança terá ou não dificuldades de aprender a fazer uma assinatura. O texto continua no atual site. Para continuar lendo-o, basta clicar aqui.
Escrito por DIego Francisco às 02h27
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| 23/07/2010 |
Uma ditadura ao pensamento
Era uma vez um jovem rapaz num lugar não muito distante, sempre de bem com a vida e consigo próprio, super estudioso, que adorava escrever e dizer o que vinha à mente. Certo dia, ele resolveu, num gesto de brincadeira ou de desabafo, escrever em sua página do Facebook a seguinte mensagem: “O cara que inventou a monografia devia ser um corno, só pode. Ao invés de passar mais tempo com a mulher preferia ficar lendo”. Vários colegas comentaram a frase em questão. Alguns lhe apoiaram, outros simplesmente disseram estar adorando fazer este trabalho. Em um dos recados deixados sua professora disse: “Que absurdo!” O estudante estava escrevendo a sua monografia para o curso de Comunicação Social. Poucos dias depois o rapaz teve uma surpresa: descobriu que sua professora tinha lhe excluído de seu grupo de amigos do Facebook, apenas por não concordar com a tal frase. Para ela, o indivíduo é aquilo que ele pensa, faz e escreve. Numa atitude vaidosa para se conservar diante dos demais, ela simplesmente não quis estar associada ou ter como “amigo” alguém que pensasse diferente. Para continuar lendo o texto, basta clicar aqui!!!
Escrito por DIego Francisco às 00h57
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| 20/07/2010 |
Uma fé insípida
Dizem que se Você tiver fé em Deus, que tudo mudará e sua vida será de vitórias, mas para isso é necessário “aceitá-lo” de coração e acreditar que Ele fará o milagre. Com o tempo Você acaba aderindo a uma religião e tentando segui-la ao pé-da-letra, porque te prometeram um amanhã melhor. E, é com essa esperança que se continua buscando forças para enfrentar o dia seguinte. Muita gente é induzida a acreditar que após isso não haverá mais dores nem tristezas em suas vidas, e que tudo será diferente. Será que se fala do mesmo deus e no mesmo planeta? Bom, pelo que se observa por aí existem muitos fiéis que continuam ali, sofrendo, e aparentemente nada mudou. Só o que se pode dizer é que a mudança foi na forma de aceitar o sofrimento, que agora é visto como uma “provação”. Culpam Deus pelo sofrimento de Suas criaturas, quando se tem em mente que Ele jamais faria mal algum, pois deixaria de ser puro se houvesse maldade em Suas ações. Para continuar lendo o texto, basta clicar aqui.
Categoria: AUTO-AJUDA
Escrito por DIego Francisco às 01h35
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| 16/07/2010 |
Boacumba: o feitiço do bem
Se perguntassem pra diversas pessoas o que é uma “boacumba”, provavelmente não saberiam explicar. Mas, se lhe dissessem o oposto (macumba) sem sombra de dúvidas ouviríamos várias respostas. Para o Dicionário de Língua Portuguesa Michaelis, a palavra “macumba” significa: sf (quimbundo makumba) 1 V candomblé, acepção 2. 2Feitiçaria. 3 Instrumento músico de percussão, de origem africana. Muitos indivíduos vêm com a desculpa de que existe uma macumba para o bem e outra para o mal. Será mesmo? Então, sendo assim, se poderia supor que a simpatia fosse um feitiço benéfico, já que aparentemente não faz mal pra ninguém e também não se utiliza de práticas tão pesadas para conseguir algo: não é preciso matar nenhum bicho, por exemplo. Para continuar lendo o texto, basta clicar aqui.
Escrito por DIego Francisco às 20h23
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| 06/12/2009 |
Família: distância e problema
O Natal se aproxima e os problemas já começam: Aonde o(a) filho(a) vai passar as festas?: Na casa do pai ou da mãe? Esta chateação se repete a todo o ano, mesmo assim é difícil, porque as duas partes querem o filho. No entanto nem sempre é possível, já que o pai e a mãe não estão mais juntos. Por causa disso se cria um sentimento de egoísmo, pois os dois querem a presença dele em datas especiais: aniversário, Páscoa, dia das crianças, Natal, Ano Novo etc., e não se pensa que o outro também precisa dele, pois existem mais que simples laços de sangue, mas de coração. Como resolver isso?: Para continuar lendo este texto, clique aqui.
Escrito por DIego Francisco às 19h31
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| 14/09/2009 |
Mudança de endereço
Olá, Para ler estes e outros textos, acesse: http://www.mundodimais.com.br .
Escrito por DIego Francisco às 00h59
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| 24/02/2009 |
Homens de Vênus e Mulheres de Marte – Capítulo 1
Dizem que os homens são de Marte e as mulheres, de Vênus. Serão todos mesmo? Ao que parece, criou-se um mito que em torno disso e talvez agora precise ser quebrado. A visão antropológica do passado mostra ainda o homem como um ser ativo, guerreiro e provedor de bens e necessidades básicas à sua família, enquanto que a mulher, uma aliada do marido (pra não dizer passiva), protetora e conservadora do lar e administradora dos recursos que o esposo leva pra dentro de casa. Se fosse até o ano de “mil novecentos e antigamente”, diria que esta visão estava correta, mas hoje, em pleno século XXI, não. Em muitas sociedades, os valores se invertem: homens realizam tarefas femininas e mulheres cumprem funções que antes eram apenas do sexo masculino. Hoje em dia, tem homens que cozinham, cuidam da casa e das crianças, enquanto as esposas trabalham. Tem homens que costuram (sempre teve), fazem faxina e tantas outras coisas mais. Muitas mulheres exercem atividades como mecânicos, pedreiros, etc. E, isso não tira a honra de ninguém. Aliás, pra dizer a verdade, tem homens que realizam “coisas de mulheres”, melhores que elas, e vice-versa. Em sociedades ocidentais, homens e mulheres competem de igual pra igual, inclusive com respeito ao matrimônio. Ambos cônjuges ajudam em casa. Não se tem mais aquela visão passiva do passado em que apenas um deve trabalhar, já que os dois lutam diariamente para terem uma vida melhor. Antes de continuar o texto, é preciso definir os conceitos de Marte e Vênus. Neste caso, como sou educado, primeiro as damas: Vênus é a deusa do amor e da beleza na mitologia romana. A Afrodite grega. Marte é o deus da guerra na mitologia romana. O Ares grego. Pode-se perceber que a visão que se tem ou pelo menos se tinha da mulher é a da fragilidade, da subordinação ao seu homem. A mãe, a mulher ciumenta e invejosa que lutava por seu amor. Enquanto que a visão que se tem ou se fazia com respeito ao homem é a de um guerreiro enérgico, forte, de chefe de família, do cara que precisava ser agradado a todo custo. Bom, talvez estes conceitos estejam mudando. Pelo menos é o que se percebe atualmente. Se observarmos ao redor, tem mulheres muito mais ativas que homens, ou pelo menos que seus maridos. São elas que dão as ordens, inclusive neles. São elas que brigam quando chegam em casa tarde e/ou bêbados, e muitos destes sequer reagem. Muitas, além de trabalharem fora, cumprem suas tarefas domésticas. Dois empregos pra dizer a verdade. Enquanto que muitos maridos, apenas um, e quando o tem, pois em diversos casos são sustentados pelas esposas. Desempregados? Talvez. Cafetões? Não sei. Isso é algo que precisa ser ainda definido. Mas, com essa aparente igualdade entre ambos, é preciso pensar se essa visão antiquada de homem ser de Marte e mulher, de Vênus, se são ou não ainda válida. Pelo menos para muitas pessoas, isso continua válido. Quem é o guerreiro na verdade? O homem ou a mulher? Já tem homem que recebe até pensão de esposa quando se separam (algo jamais imaginado ou aceito no passado). É lógico que a muitos homens essa visão antropológica ainda se aplica. Mas, não a todos. Se vive num paradoxo por estarmos num mundo plural, no qual não há mais regras pré-estabelecidas de comportamento para homens e mulheres, onde o muito se é permitido, apesar de não ser aceito ou compreendido pelos demais. Levando em consideração que, o que de fato define um homem e uma mulher é o órgão sexual que possui e não seu caráter, como ficaria a questão se fosse em um casal homo? Parece que eu sempre gosto de jogar esse tema nos textos. Talvez seja verdade ou talvez não. Apenas aproveito a oportunidade, já que devo abordar todos os pontos de vista para manter ao máximo uma visão menos subjetiva possível (o que é difícil, por se tratar do “Mundo DImais”, meu mundo). Como em qualquer casal, tanto faz hétero ou homo, sempre haverá um mais ativo e outro mais ativo. Em um casal “normal”, pode ser o homem o ser ativo, mas também pode ser a “mulher”. Nunca os dois num mesmo relacionamento. Em um casal homo não seria diferente. Tem sempre um mais afeminado e o outro com jeito mais machão. Por aí se percebe quem gosta ou leva jeito pra mandar. Alguns homens são de Vênus, outros de Marte. Assim, como algumas mulheres que são de Marte e outras, de Vênus. Mas, será que estes conceitos são novos ou sempre existiram e a humanidade nunca percebeu isso? Talvez, isso seja resultado da liberdade de expressão permitida no mundo atual. Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo? Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.
Categoria: FILOSOFIA E PENSAMENTOS
Escrito por DIego Francisco às 22h47
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| 28/09/2008 |
Brasil Que Não Vai Pra Frente 1: Violência
Todos os dias, temos escutado que o Brasil vai bem: bem no futebol, na economia, e em outras coisas que apesar de serem divulgadas pelos principais veículos de comunicação com base em estatísticas fornecidas por órgãos governamentais ou não-governamentais, não as vemos, quer porque estejam longes de nossa realidade quer criem um mundo de fantasia para que acreditemos, que o país esteja bem de saúde (que também não tem).
Problemas são muitos, e claro que se espera um dia resolvê-los, mas estamos esperando há mais 500 anos. Não podemos dizer que o Brasil seja um país perfeito, pois lugar assim, só nossa casa e olhe lá! Infelizmente, terei de escolher um problema dentre tantos que há para falar neste texto, porque não dá pra discutir todos, senão o artigo ficaria muito longo e cansativo, por sinal, porque estou certo de que você apenas quer ler uma opinião e não uma Bíblia, não é? Por isso, o tema de hoje é: violência.
Todavia, violência se divide em diversos subtemas: a doméstica, a urbana, a social, etc. Ficarei com a urbana, a que realmente afeta a nação, já que todas as outras formas estão presentes em qualquer parte do mundo, e o Brasil não seria uma exceção, por isso não devemos crucificá-lo.
Temos como exemplos bastante comuns a violência nas grandes cidades, como os assaltos constantes e a expansão de diversas facções criminosas (que estão se mostrando muito mais organizadas do que aqueles que as combatem), dominando o tráfico de drogas e alguns comércios locais, mas principalmente coagindo os moradores nas determinadas comunidades onde atua.
De onde vem a violência, é isso que você quer saber ou acha que já sabe? Esta já está no íntimo do ser humano, podendo se desenvolver ou não, a depender da formação psicossocial de um indivíduo, mas no caso apresentado, poderia dizer que é tudo isso e muito mais, produzido por um conjunto de fatores sociais, tais como: pobreza (para não dizer fome), deficiência no sistema educacional, além da própria contribuição da violência e do prazer que ela proporciona aos seus praticantes por conseguirem alguns benefícios materiais, esquecendo-se do dia de amanhã, quando terão de prestar contas à própria sociedade ou pagar com a vida, o que geralmente acontece.
A respeito dos freqüentes assaltos nas ruas, é difícil para um cidadão comum fazer alguma coisa, já que não consegue se defender sozinho, mas também, porque não há policiamento suficiente ou nos locais adequados para evitá-los, mas a solução é não andar com muito dinheiro, não reagir e sempre caminhar por ruas movimentadas ou se preferir, renuncie ao mundo e não saia mais de seu lar, porém saiba que mesmo assim, não estará totalmente seguro(a).
Já, quanto à influencia do tráfico nas favelas, existe uma via de mão-dupla, embora nem todos percebam isso: um dos objetivos do tráfico é fazer seus respectivos moradores temê-lo ou respeitá-lo, para não denunciá-lo, mas principalmente fazer com que esta gente pense que é dependente dele, quando na verdade, é ele o dependente daqueles moradores, pois se todos o entregassem ou se opusessem a isso, não se criaria. Contudo, o marginal é esperto: em datas festivas, como o São Cosme e São Damião, o Dia das Crianças e/ou o Natal, tenta comprar aquela população, distribuindo doces e presentinhos ou até mesmo, ajudando no sustento de famílias, como consta em alguns vídeos documentários por aí.
No entanto, é a própria população, no geral, que torna a criminalidade cada vez mais forte, pois apesar de reclamar que paga seus impostos e exigir mais segurança e outras coisas mais, também é cúmplice do crime: é o rico comprando a droga, principalmente, por ter dinheiro pra isso, e o pobre também (sem generalizar, porque existem muitas pessoas de bem, ainda). Além disso, há outro fator que contribui para o fortalecimento do domínio de quadrilhas nas favelas: por exemplo, quando acontece uma briga entre vizinhos, ao invés de uma das partes reclamar com as autoridades, simplesmente vai lá e chama o marginal pra resolver tudo. É um absurdo, entretanto é a mais pura verdade (mais uma vez não estou generalizando, mas quase o fazendo). Provavelmente, o medo daquele morador é que se chamasse a polícia, o bandido poderia matá-lo depois, por estar “sujando” a sua área.
Dizer que somos brasileiros e por isso não devemos desistir nunca é muito bonito, mas também relativo, pois parece que o bandido também pensa assim, e cada vez mais insistindo em desafiar o poder público para firmar-se na sociedade onde atua.
Uma pergunta muito interessante é saber de onde os traficantes conseguem suas armas, já que as fronteiras são vigiadas, além dos aeroportos, rodoviárias e rodovias.
Outro fato que nos faz perder qualquer tipo de esperança por punição ou fé na justiça é a própria lei, que às vezes parece estar a favor do bandido: este mata, rouba, faz o “inferno”, e quando consegue ser preso, não fica por muito tempo numa cadeia, porque lá, trata logo de botar uma Bíblia embaixo do braço pra dizer que está arrependido de seus crimes, e sai logo por “bom comportamento”, pra não dizer fingimento. Sabemos que não há celas suficientes para tantos marginais, que aumentam a cada dia, e nem um programa eficaz (pelo menos que eu saiba), que coloque o preso a prestar serviço dentro da prisão, como uma das formas de reintegrá-lo e oferecê-lo uma oportunidade para estar novamente na sociedade, mas se com toda a liberdade que tinha não se comportou, quando sair, que não irá mesmo, por achar que foi tudo muito fácil e não ter dado tempo suficiente para se arrepender de seus erros. Em alguns países, prisioneiro trabalha, não fica à toa “matutando” como fugir da prisão e/ou cavando túnel, porque não sobra tempo pra isso. Mas aqui, o bandido continua “vagabundo” dentro e fora da cadeia, sendo sustentando pelo povo, sem ter de pagar por isso.
Bom, não posso ficar mais falando sobre violência, até porque já estendi “dimais” o assunto e sei que você não deve estar agüentando mais ler um texto tão longo. Talvez, seja por isso que tanta gente deixa de estudar, só por pensar que terá de ler coisas tão longas assim... mas isso fica para um próximo artigo.
Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo? Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.
Categoria: CRÍTICA PROGRESSIVA
Escrito por DIego Francisco às 16h49
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