Universo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

FILOSOFIA E PENSAMENTOS

24/02/2009

 
 

Homens de Vênus e Mulheres de Marte – Capítulo 1

 

 

         Dizem que os homens são de Marte e as mulheres, de Vênus. Serão todos mesmo? Ao que parece, criou-se um mito que em torno disso e talvez agora precise ser quebrado.

 

        A visão antropológica do passado mostra ainda o homem como um ser ativo, guerreiro e provedor de bens e necessidades básicas à sua família, enquanto que a mulher, uma aliada do marido (pra não dizer passiva), protetora e conservadora do lar e administradora dos recursos que o esposo leva pra dentro de casa. Se fosse até o ano de “mil novecentos e antigamente”, diria que esta visão estava correta, mas hoje, em pleno século XXI, não.

 

        Em muitas sociedades, os valores se invertem: homens realizam tarefas femininas e mulheres cumprem funções que antes eram apenas do sexo masculino. Hoje em dia, tem homens que cozinham, cuidam da casa e das crianças, enquanto as esposas trabalham. Tem homens que costuram (sempre teve), fazem faxina e tantas outras coisas mais. Muitas mulheres exercem atividades como mecânicos, pedreiros, etc. E, isso não tira a honra de ninguém. Aliás, pra dizer a verdade, tem homens que realizam “coisas de mulheres”, melhores que elas, e vice-versa.

 

        Em sociedades ocidentais, homens e mulheres competem de igual pra igual, inclusive com respeito ao matrimônio. Ambos cônjuges ajudam em casa. Não se tem mais aquela visão passiva do passado em que apenas um deve trabalhar, já que os dois lutam diariamente para terem uma vida melhor.

 

        Antes de continuar o texto, é preciso definir os conceitos de Marte e Vênus. Neste caso, como sou educado, primeiro as damas:

 

        Vênus é a deusa do amor e da beleza na mitologia romana. A Afrodite grega.

 

        Marte é o deus da guerra na mitologia romana. O Ares grego.

 

        Pode-se perceber que a visão que se tem ou pelo menos se tinha da mulher é a da fragilidade, da subordinação ao seu homem. A mãe, a mulher ciumenta e invejosa que lutava por seu amor.

 

        Enquanto que a visão que se tem ou se fazia com respeito ao homem é a de um guerreiro enérgico, forte, de chefe de família, do cara que precisava ser agradado a todo custo.

 

        Bom, talvez estes conceitos estejam mudando. Pelo menos é o que se percebe atualmente. Se observarmos ao redor, tem mulheres muito mais ativas que homens, ou pelo menos que seus maridos. São elas que dão as ordens, inclusive neles. São elas que brigam quando chegam em casa tarde e/ou bêbados, e muitos destes sequer reagem. Muitas, além de trabalharem fora, cumprem suas tarefas domésticas. Dois empregos pra dizer a verdade. Enquanto que muitos maridos, apenas um, e quando o tem, pois em diversos casos são sustentados pelas esposas. Desempregados? Talvez. Cafetões? Não sei. Isso é algo que precisa ser ainda definido. Mas, com essa aparente igualdade entre ambos, é preciso pensar se essa visão antiquada de homem ser de Marte e mulher, de Vênus, se são ou não ainda válida. Pelo menos para muitas pessoas, isso continua válido.

 

        Quem é o guerreiro na verdade? O homem ou a mulher? Já tem homem que recebe até pensão de esposa quando se separam (algo jamais imaginado ou aceito no passado).

 

        É lógico que a muitos homens essa visão antropológica ainda se aplica. Mas, não a todos. Se vive num paradoxo por estarmos num mundo plural, no qual não há mais regras pré-estabelecidas de comportamento para homens e mulheres, onde o muito se é permitido, apesar de não ser aceito ou compreendido pelos demais.

 

        Levando em consideração que, o que de fato define um homem e uma mulher é o órgão sexual que possui e não seu caráter, como ficaria a questão se fosse em um casal homo? Parece que eu sempre gosto de jogar esse tema nos textos. Talvez seja verdade ou talvez não. Apenas aproveito a oportunidade, já que devo abordar todos os pontos de vista para manter ao máximo uma visão menos subjetiva possível (o que é difícil, por se tratar do “Mundo DImais”, meu mundo).

       

        Como em qualquer casal, tanto faz hétero ou homo, sempre haverá um mais ativo e outro mais ativo. Em um casal “normal”, pode ser o homem o ser ativo, mas também pode ser a “mulher”. Nunca os dois num mesmo relacionamento. Em um casal homo não seria diferente. Tem sempre um mais afeminado e o outro com jeito mais machão. Por aí se percebe quem gosta ou leva jeito pra mandar.

 

        Alguns homens são de Vênus, outros de Marte. Assim, como algumas mulheres que são de Marte e outras, de Vênus. Mas, será que estes conceitos são novos ou sempre existiram e a humanidade nunca percebeu isso? Talvez, isso seja resultado da liberdade de expressão permitida no mundo atual.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.   

  


Escrito por DIego Francisco às 22h47
[] [envie esta mensagem] []


12/07/2008

Seleções da Vida

Se há uma palavra engraçada é essa:  seleção.  Você a usa pra um monte de coisas: para se referir a um time de futebol, mas principalmente pra fazer escolhas, quer sejam para melhorar o que já se tem, quer sejam para discriminar o que não se quer ter.  E, assim é a vida: um breve momento da existência humana, que a todo instante faz seleções, a começar pela natureza, que já nos selecionou para que estivéssemos aqui neste exato momento.

 

Já antes mesmo de nascermos, a natureza faz uma escolha prévia de quem viverá, ou seja, o espermatozóide mais forte ou pelo menos mais rápido, ao entrar no útero é o campeão, o predestinado e o selecionado pela vida como o mais apto a enfrentar os problemas do cotidiano dos vivos.

 

Na barriga da mãe, a natureza continua selecionando, desde o sexo do feto, a cor dos cabelos, olhos e da pele, como todo um aparato de coisas que precisamos ter, para nos caracterizarmos ao máximo com quem nos fizeram.

 

A gente cresce e as seleções continuam:  pessoas selecionam quem querem ter como amigos, mas não tem a opção de escolher quem serão os seus inimigos, isto é apenas dado pela vida sem o menor questionamento, sem saber se queremos ou não, talvez do mesmo modo que os amores, pois se pensamos que escolhemos quem queremos ao nosso lado, está enganado(a), porque é ele que nos escolhe, ao selecionar quem deve ou não viver conosco, pois se fosse verdade esse direito de escolher a quem amar, os feios jamais se casariam.

 

Selecionamos amigos, roupas, entre diversas coisas, mas partes dessas escolhas são feitas a partir de um sentimento de indiferença ou preconceito com o outro e com a realidade.

 

Pessoas selecionam pessoas pelo modo de agir, falar, mas principalmente por uma questão de afinidade mesmo ou algo em comum, como por exemplo, a condição social, pois isso conta muito, já que todos querem se integrar em algum grupo, selecionando o que supostamente chamaria de uma maçã podre ou ruim para um cesto (círculo de amigos).

 

Assim também são as coisas:  têm bairro de ricos e de pobres; roupas pra quem pode comprar e outras pra quem gostaria de tê-las; tem gente inteligente, mas também quem compensa a sua ausência em algum outro talento; tem gente que escolhe o quê e como quer viver, enquanto há outros que se deixam serem escolhidos por alguém ou algo; tem até gente que não sabe o que escolher, e por isso acaba não sendo selecionado para lugar nenhum, como tem gente que seleciona sem nem saber o quê.

 

Isso eu acho engraçado:  tem carros de ricos e de pobres; lugares pra quem realmente pode gastar, e para aqueles que contam até quanto podem gastar.  Por que tantas diferenças, por exemplo, entre um restaurante de rico e outro de pobre?  Alguém já se fez essa pergunta?  O mesmo prato que é servido num restaurante “cinco estrelas” também é vendido noutro de classe econômica.  A principal diferença é escolha de seu público alvo, já que, quem vai a algum lugar necessita se sentir integrado em um círculo.  Imagine, se num restaurante classe A tivesse um cliente comendo de boca cheia ou gritando pelo garçom!  Só não diga que um restaurante é melhor que outro, só pelo fato de ter garçons mais educados, pois o mesmo indivíduo que trabalha num lugar caro, depois, quando estiver desempregado, poderá ir para um mais barato e vice-versa.  Muitas vezes, a refeição servida num simples restaurante é até mais gostosa do que outro bem mais caro.  Na verdade, o que se paga é a qualidade que um tão barato talvez não tenha, como um excelente atendimento, comodidade, ambiente, etc., além do olho gordo do dono em lucrar mais.  A verdade é que é o cliente quem faz o seu lugar.

 

Quem disse que uma roupa é melhor do que a outra só por causa do preço?  A qualidade do material não conta?  Acho que você pode estar comprando status por qualidade.  A mesma roupa que você compra numa feirinha pode ser a mesma de um shopping:  o mesmo tecido.  Só muda que um tem nome e outro se chama “de todos e de ninguém”, e claro, você não paga impostos e contribui com o desemprego, aumentado pela pirataria.

 

É isso o que fazemos o tempo todo: selecionamos nossos caminhos, as respostas que daremos à vida e o que diremos a nós mesmos.  Mas, acima de tudo, selecionamos o que realmente nos agrade e atrai de tudo aquilo que não gostamos e/ou não queremos.

 

Podemos selecionar amigos, valores, os convidados para uma festa e algumas vezes, até os(as) amantes.  Só não é possível eleger os pais que se gostaria de ter, mas somos capazes de decidir o que é bom ou não para os nossos filhos.

 

Depois de tantas seleções, chega o momento em que somos selecionados à exclusão, ou seja, do mesmo jeito que um dia fomos convidados a estar aqui, seremos para nos retirarmos.  Se é que a morte pode ser considerada um convite!  Quando não, nos tornamos alvo dela, e quem for atingido primeiro será o eliminado desse jogo de escolha-escolha.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.


Escrito por DIego Francisco às 00h37
[] [envie esta mensagem] []


02/05/2008

Coitados Dos Aniversariantes

             Todo ano é a mesma coisa, você quer porque quer comemorar o seu aniversário, mas acho que assim mesmo não aprendeu a lição.  É aquela trabalheira toda em fazer lista de convidados, escolher o local da festa, fazer os preparativos, encomendar salgadinhos, docinhos, etc. (quando não for você mesmo(a) que tiver de preparar tudo isso).

 

            De repente, um convite.  A festa está marcada para às 19 horas, mas você sabe que muita gente não chega na hora.  Apenas um ou outro engraçadinho que quer ser o primeiro da festa.  O pior é que ao chegar lá, apesar de estar marcado a hora no convite (pois, supõe-se que a essa hora já estará tudo pronto).  Que nada!  Quando se chega no local onde seria uma festa, está a dona toda descabelada ajeitando uma coisa aqui, outra ali, e por aí vai.  Tem um cara qualquer tentando encher bolas, com aquele monte de crianças que mais as estouram do que enchem, provavelmente a mãe do aniversariante terminando de confeitar o bolo, mais a frente a vizinha ajudando a encher os saquinhos de pipocas (feito às 2 da tarde, para comer a partir das 7 da noite), entre outras coisas mais que eu não vou contar agora para não perder a graça da festa.

 

            Depois é um tal de chegar gente que nem o aniversariante sabe de onde vieram:  é aquilo.  Você chama um que chama mais um e mais outro e quando você percebe, sua pequena festa, com apenas alguns convidados muito bem-selecionados vira um maracanã.

 

            Um convidado chega à festa e a primeira coisa que faz é tirar o presentinho da sacola e guardá-la no bolso (será muito útil no fim da festa).  Cadê o aniversariante?  Por aí tirando fotos!  Você quer fazer questão de entregar o presentinho ao aniversariante, pois precisa mostrar que não foi de mãos abanando e tampouco voltará assim.

 

            Geralmente, quem chega primeiro, dependendo do tipo de festa, corre logo pra pegar duas mesinhas, só por causa daquele maldito vasinho de plantas que não deve ter custado nem R$ 5,00 (mas tem gente que é um horror, só não leva o dono da festa porque não pode).  Os que chegarem bem depois, coitados, perderão o lugar.  Não preciso nem falar o quê acontece, não é?:  Aquela criançada correndo de um lado pra outro, deixando todo mundo doido, um barulho infernal, uma musiquinha sem graça e nada da comida chegar, afinal, você se deu ao trabalho de comprar uma roupa nova e ir ao salão/barbearia, pra ficar bonito(a).  Ah, mas quando a comida chega, meu Deus!!!  “É uma visão do inferno”:  aquela gente toda em pé disputando aquele cachorro-quente com aquela salsicha partida em 4 ou em 8, sei lá, mas que alimentaria um exército inteiro.  Logo mais aqueles refrigerantes que você só consegue distinguí-los pela cor, porque a origem, você só sabe que veio de alguma garrafa, e mais nada.  Chegam as gelatinas e a criançada corre para comer.  É uma verdadeira acrobacia com a língua.  Cadê a colher?  Xiii, não tem, esqueceram de comprar ou então o dinheiro não dava.  Ah, “pra quem é bacalhau basta.”  Esse é o ditado mais idiota que eu já ouvi em toda a minha vida, porque bacalhau é caro.  Se o ditado fosse com sardinha, tudo bem, mas com bacalhau, é muita sacanagem.  Até parece que pobre come bacalhau todo dia!!!

 

            Enfim, a festa continua e está “bombando”.  “Bombando” com as paredes do seu estômago que tem de se alimentar de seu próprio suco gástrico.  E, finalmente chegam os reis da festa:  os salgadinhos.  Se tiver sorte de encontrar o recheio, você é um(a) premiado(a).  Considere-se um(a) ganhador(a) da loteria, pois entre vários tipos de salgados, feitos com aqueles cubinhos temperados, todos com o mesmo sabor, você terá a oportunidade de comer o ingrediente extra:  o recheio (que pode ser de queijo que não derrete, de carne, de galinha, de “salchicha” ou até mesmo de camarão, no qual pegaram sua água depois de cozido e jogaram pra fazer a massa, etc.).

 

            Se a comida vai chegar na tua mesa, outro problema.  Com aquele monte de mãos levantadas tentando pegar o que puder, o servente ou garçom não consegue chegar ao final do salão ou da laje.  Ainda tem mais:  tem de suportar o dono da festa ou servente gritando com alguma criancinha esfomiada que ela já comeu três vezes e que ainda falta gente comer (quando na verdade, é preciso servir a quem deu o melhor presente, ora).

 

            Vamos cantar logo esses parabéns, porque já está todo mundo de “barriga cheia” de “refri” e precisa ir embora.  Com um olhar de detetive, você dá uma volta de 360° em torno de si:  é um bolo cheio de marcas de dedos, aqueles docinhos que ficavam na mesa com algum bonequinho de isopor já não está mais ali (alguma solitária está fazendo a festa agora, afinal, todos se divertem).

 

            Serve-se o bolo.  Primeiro o aniversariante escolhe para quem vai dar aquele pedacinho.  Em seguida, as crianças, e sucessivamente os mais velhos.  É um tal de gente pegar lembrancinhas.  Aqueles bonequinhos descartáveis com umas balas, umas taças com renda feita de garrafa de refrigerante de 2 litros, entre outras  coisas mais que não valem à pena citar.

 

            Mas, por quê os convidados ainda não foram embora, se já comeram, beberam e dançaram?  Nunca mais cometa esse erro, você aniversariante ou dono de festas:  dê logo as benditas bolas, pois enquanto não forem distribuídas, o povo vai ficando.

 

            Na hora de ir embora é um barato.  Se pede bolo até pra Jesus Cristo.  Todo mundo fica preocupado em carregar o que puder da festa, mas pra carregar, um fica jogando para o outro.  Ninguém quer entrar num ônibus lotado cheio de bolas e com uma sacola que parece até que foi fazer as compras de mês.

 

            Não se vê a hora desse povinho ir embora, aliás já está a dias sem dormir, tendo que ajeitar tudo.  Alguns ficam varrendo o local, outros bebendo e dançando, sem se dar conta de que a festa já acabou há muito tempo e que você agora só quer saber de uma cama, e mais nada.

 

            De repente, o aniversariante vai pro quarto e o que ele encontra?  Toda uma gente curiosa/invejosa envolta dos seus presentes.  O pessoal está mais nervoso em ver o que você ganhou do que você mesmo(a).  Aí começa:  você rasga o papel para ver o que ganhou, se tiver gostado, procura ver se colocou o nome de que lhe deu no pacote.  É uma tortura completa:  se for uma aniversariante de 15 anos, ai meu Deus, coitada!  A pobrezinha só ganha caixinha de música, aqueles diários baratinhos perfumados e com chave, para que possa colocar ali todos os seus segredos sórdidos juvenis, pensando que sua mãe não vai lê-lo, esquecendo-se que ela também já teve a idade dela;  sendo uma criança de 1 ano, o que os pobrezinhos ganham de coisas que só usarão quando tiverem com 10, “não está no gibi!”  Eu não sei o que é pior nisso, além daqueles carrinhos de R$ 1,99 e bonequinhas que você aperta o braço, solta a perna ou aqueles bonequinhos emborrachados que se aperta e faz um barulho horroroso.  Ninguém pensa que os aniversariantes também gostam de ganhar roupas, CD’s, entre outras coisas.

 

            Mas o melhor da festa ainda está por vir:  aquela reuniãozinha maravilhosa.  Somente os mais íntimos.  É hora de malhar os Judas.  Ninguém escapa, nem o fulaninho que comeu demais, nem o beltrano que levou três sacolas abarrotadas de comida, muito menos a cicrana que deu o maior show na festa depois de ter “entornado” todas.  No fim, é divertido, desde que você seja apenas um observador, e não esteja na boca do povo.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.


Escrito por DIego Francisco às 21h31
[] [envie esta mensagem] []


21/03/2008

Páscoa: Dia de Comer Chocolates

Durante muito tempo em minha vida, me fizeram acreditar que a Páscoa era uma data muito especial, pois se comemorava o dia da ressurreição de Cristo, que voltou à vida três dias depois de ter sido traído por um de seus discípulos.  Também aprendi que, nesta data devemos estar com a nossa família, por ser um dia muito importante para os cristãos.

 

Sempre segui com as regras ditas pela religião, não porque eu fosse religioso, pois não sou, mas por ser um costume da minha família e de uma sociedade, e eu tive que respeitar isso.

 

De repente, cresço, e ao invés de seguir com as filosofias alheias, passo a questioná-las, porque sinto na alma que existe um outro significado para essa data, que muitos respeitam ao não comer carne na Sexta-feira Santa.  Por muito tempo, também questionei o fato de não se consumir carne naquela Sexta-feira, pois como todos sabem, Cristo já ressuscitou e eu posso garantir que Ele está muito mais vivo que a gente aqui neste mundo.  As pessoas e na igreja me diziam que era um sacrifício em honra a Cristo, por causa disso tenho respeitado as crenças antigas, embora as respostas não fossem suficientes para mim.

 

O tempo passa, e eu leio na “Internet” e em outros livros que a Páscoa tem diferentes significados no mundo:  os povos cristãos dizem ser a data em que o único Filho de Deus voltou a este mundo, para nos contar que existe vida além da morte.  O povo judeu comemora o dia em que conseguiram fugir do faraó egípcio.

 

Cada povo adota, de modo diferente, uma razão para festejar a Páscoa:  uns comemoram com chocolates, enquanto outros, com ovos de galinha, mas nem por isso, podemos dizer que isso esteja certo ou errado, porque o sentido de Páscoa é celebrar a vida.  Então, todos estamos no caminho certo.

 

Contudo, me pergunto se ainda estamos celebrando a Páscoa ou se mudamos o seu significado por fatos materiais:   percebo que para muitas pessoas isso não importa, pois nem sequer sabem o seu significado.  Para muitos indivíduos é apenas o dia em que se dá e se ganha chocolates e que nos faz engordar vários quilos, e não uma festa por estarmos vivos.

 

Apesar de muitas pessoas não celebrarem a vida, creio que o comércio o faz, pois está com alguns “zeros” a mais na conta bancária.  Por isso, lhe digo que a Páscoa é um dia para se comer chocolates, e não uma festa pela vida, pois muitos compram chocolates sem saber o seu verdadeiro valor.  Além do mais, por que coelhos da páscoa, se não há nada sobre isso na Bíblia?

 

Se você tiver uma resposta ou quiser deixar um comentário, pois eu gostaria de saber o que significa Páscoa para você, porque para mim não tem mais o significado que tinha antes.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.


Escrito por DIego Francisco às 17h40
[] [envie esta mensagem] []


15/03/2008

Diferenças Entre Fazer Sexo em Casa e em Um Motel

Todo mundo sabe que, quando se chega à adolescência os hormônios “ficam em fúria”, atiçando-nos a “pecar” com o próximo em nosso benefício.  Os meninos começam a largar as pipas, bolinhas-de-gude, os carrinhos e outras coisas mais.  As meninas, as bonecas, aquelas brincadeiras de pular corda e um monte que tem o nome de “pique” qualquer coisa, que agora não estou me lembrando.

            É justamente nessa fase que os jovens começam a querer se encontrar no outro, ou melhor, dizendo, a se aproveitar do outro, e com a desculpa de buscar um amor é que acabam descobrindo o sexo, que na verdade é o objetivo de todo o ser humano que já consegue “fazer alguma coisa”.

            No início das aventuras sexuais, tudo é maravilhoso, mas com o tempo, tende a ficar melhor ainda:  enquanto se está adolescente, as “sacanagens” acontecem em casa (porque ainda se é menor de idade para ir a um motel ou não se tem dinheiro, mesmo), ou sei lá, na casa de algum amigo que empresta a chave de algum lugarzinho, quando os pais não estão em casa (homem tem essa coisa bacana:  um amigo ajuda ao outro nesses momentos.  Você nunca viu uma mulher ajudando a outra para que mantenha relações com algum “carinha”, ou já?  Se o ato não acontece em casa, talvez se realize num mato qualquer aí cheio de formigas, ou numa árvore, por exemplo (sem referências, é claro).

            Depois que o homem vai chegando próximo aos 18 ou ficando com cara de mais velho, as coisas vão ficando mais fáceis:  nem se pede a identidade para entrar no motel, não é legal?  (risos)  Não importa que a garota tenha menos de 18, até porque, o que se faz num motel também é feito em outros lugares e, é uma bobagem proibir isso:  o encontro de dois seres que querem suar um pouco sem reclamar, como acontece quando estamos trabalhando (embora isso também seja um trabalho, porém muito mais divertido).

Mas que diferenças há entre fazer sexo em casa e em um motel?  Muitas, é claro!  Em casa, por exemplo, você só sabe que terá o conforto de não ter de pagar para fazer algo que nos é concedido gratuitamente pela natureza, podendo transar em diversos lugares, como na cozinha, por exemplo.  Pois, não é na mesa que se fazem as refeições? Mas em compensação, não consegue ficar tão à vontade, por pensar que alguém pode chegar a qualquer momento (se estiver na casa dos outros ou se for menor de idade e tiver fazendo algo escondido), além de ter de se preocupar em trocar os lençóis sujos (apesar de sexo não ser algo sujo, deixa sujeira), arrumar a cama e tomar logo um banho para se limpar.

Num motel, não.  Lá você só precisa ter dinheiro para pagar por um quarto ou suíte.  Você fica mais à vontade, não se preocupa com o tempo (até se esquece do mundo), não tem a preocupação em ter que deixar tudo arrumado quando acabar, sem contar aquela vontade louca de fazer sexo toda hora e em vários lugares do quarto (na banheira, na cama, etc.).  Apenas não posso garantir se todos os quartos são extremamente limpos para o próximo casal guloso.

Não sei se o fato de se fazer tanto sexo é por pensar que não terá tempo para voltar lá ou se é para gastar até o último centavo de um dinheiro tão economizado ou tirado de alguma prestação, mas que está sendo muito bem gasto (pois, mulher tem essa coisa de querer fazer sexo em lugares românticos, exóticos ou diferentes.  Para o homem tanto faz:  se faz sexo em qualquer lugar).  Como se não bastasse, no motel sempre dá aquela “fominha”, e depois de ter “ido ao céu e voltado” umas 20 mil vezes, resolve sair.  Enquanto você está na recepção, corre uma faxineira para ver se os clientes estão levando algo ou consumiram algo do hotel.  É sempre aquela enrolação na hora de pagar, para se ganhar tempo.  Não sei porque, mas me pergunto diversas vezes porque as pessoas têm essa péssima mania de querer levar alguma recordação do motel:  sabonetinhos, xampuzinhos, toalhinhas, cinzeiros, entre outras coisas mais.  Que graça tem isso?  Só para dizer que esteve alguma vez na vida em algum lugar “chique” e diferente?  As pessoas se acusam logo.

Para quem é tímido (principalmente as mulheres), uma das vantagens de ir para um motel é que lá ninguém as vê, pois o namorado/marido ou qualquer coisa que as levem para fazer sexo, já coloca o carro na garagem, bem próximo do quarto, saindo do veículo direto para lá, sem necessariamente serem vistas na recepção.

É claro que, tudo na vida tem suas vantagens e desvantagens, porém uma dessas vantagens de se ir para um motel, talvez a melhor, para quem já tem filhos, é o fato de eles não incomodarem num momento tão único e preciso.  Filhos são coisas impressionantes!  Sempre na hora em que um casal está transando (parece até que adivinham a hora em que alguém vai transar), eles começam a chorar, dizer que viram bichos-papões, que na verdade só querem assombrar os pais através dos filhos, etc.  O chato de tudo isso é ter que parar, ao invés de dar uma simples pausa.  Pelo menos para o homem, não tem nada pior do que ficar sem sexo, mesmo quando uma mulher não está legal ou finge que não está.

Um outro lado bom de ir para o motel é que não têm vizinhos tomando de conta da vida alheia, vendo a hora que você entra ou sai, ou quem está contigo na sua casa e quanto tempo a visita ficou lá sem seus pais estarem em presente.  E, embora o motel não seja um lugar “público”, entra todo o tipo de público.  Você só precisa tomar cuidado com essa coisa de ir para o mais longe possível, porque as pessoas que moram perto de você também poderão ter essas mesmas idéia, e acabar se encontrando por lá.

O texto termina aqui, mas as sacanagens, não.  Na verdade, só estão começando, e só acaba quando se goza ou se consegue um pouco de felicidade, apesar de nada ser eterno, inclusive o desejo por outra pessoa.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.


Escrito por DIego Francisco às 16h27
[] [envie esta mensagem] []


19/02/2008

Quanto Custa Para Ir Ao Céu?

    Todos os dias, quando eu ligo a televisão,   e  fico   mudando  de  canal,  como quem procura algo e não o encontra, olho aqueles programas religiosos, que sempre dizem o mesmo:  “se você tiver fé, será curado”, “se acreditar, terá a salvação”.  As frases de sempre, que tenho escutado, embora não seja o que tento assistir na minha TV.  No entanto, e sem generalizar, creio que muitas pessoas se utilizam dessas frases, com o pretexto de se aproveitarem da fé e do sofrimento alheio para o próprio bem-estar.  É lógico que, não são todas as igrejas e/ou seitas, mas existem todos os tipos de pessoas neste mundo, e apesar de vivermos com alguém, jamais vamos conhecê-lo(a) completamente, porque sempre traz consigo uma máscara de anjo.

Antigamente, a Bíblia e outros livros religiosos eram usados contra o demônio, mas hoje, muitos livros sagrados servem de escudo contra a quem tente desmascará-lo.

Sempre escuto pessoas dizendo, que deram todo o seu dinheiro para a igreja/seita, porque lhes disseram que, se elas derem mais, logo serão abençoadas.  Por isso, me pergunto se Deus é realmente um deus ou um mega-empresário, porque Sua palavra foi transformada em mercadoria, vendida a um preço muito alto e que nem todos têm o dinheiro necessário para pagar pela ambição de religiosos, que induzem os demais a crer que dinheiro não traz felicidade.  Porém, o dinheiro tem trago felicidade para eles e muitos outros que se aproveitam da ingenuidade alheia.  Além do mais, uma das piores mentiras que eu já escutei na vida, foi essa de que dinheiro não traz felicidade, porque sempre vejo pessoas se queixando por não tê-lo.  E, sem dinheiro, não se compra roupa, nem comida.  Simplesmente não se vive.

Embora Jesus tenha vivido de forma muito pobre, Ele jamais fora ambicioso, e se você quiser outro exemplo, basta lembrar-se de Buda, que deixou a sua família, sua riqueza e tudo o que era de valor material, em busca da verdadeira espiritualidade.

A Bíblia diz que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança.  Porém, me pergunto mais uma vez, se não foi ao contrário:  se não foi o homem que inventara Deus à sua imagem e semelhança, transformando-o num banqueiro usurpador.

Quanto custa para ir ao Céu?  Será que todo o meu dinheiro é suficiente, ou terei de vender o meu corpo e a minha alma para isso também?  Sinto muito por não responder a estas perguntas, porque jamais saberei te dizer isso.  Somente te digo que, a minha filosofia é muito diferente desta que está sendo apresentada neste mundo atual por algumas seitas/religiões.  Aprendi que, o único caminho para ir ao Céu é através da fé em Deus, da fidelidade, sacrifícios e sendo uma pessoa de bom caráter.  E, se isso não é válido para Deus, acredito que, tudo o que hei aprendido foi em vão.

Tenta-se vender o Céu como quem se tenta vender uma fazenda.  Graças a Deus, por isso não existir, porque se fosse assim, só os ricos iriam para lá, enquanto os pobres, teriam de se conformar em viver em favelas no inferno.

Ir para o Céu é o desejo de todo ser humano, mas muitos não fazem nada para isso.  Morrer e ir ao Céu são muito caro, e não é grátis como supomos.  Todos nascemos com o direito de ir gratuitamente ao inferno, porém, para chegar ao Céu, serão necessários muitos esforços, e ainda assim, não terei a certeza de que vou receber este prêmio após a minha morte, que é a única coisa que realmente sei sobre meu futuro.

Existem religiões/seitas que prometem a seus fiéis, que ao morrerem, irão para o Céu e estarão ao redor de muitas virgens.  Também, não posso dizer se isso é verdade ou mentira.  Apenas, posso garantir que elas continuarão virgens, porque o Céu é um lugar Santo e não pode haver pecado.  Entretanto, nunca saberemos se isto é verdadeiro ou não, pois ninguém nunca voltou para nos contar.  Gostaria de lembrar que, não estou criticando e nem ofendendo a nenhuma seita/religião, até porque, todos têm o direito de acreditarem no que quiserem, e também porque Deus é único.  Não importa o nome da religião/seita, porque todos somos humanos e de iguais modos, atitudes e necessidades, ainda que alguém seja de um lugar ou de outro, no fim, somos todos uma grande família neste universo.

Somente te peço que me desculpe, se eu disse algo ofensivo contra a sua crença, pois não foi a minha intenção, mas sim, abrir um pouco mais a mente do ser humano, para que compreenda, que fé e razão podem caminhar como almas gêmeas, e não como inimigas que a filosofia tenta nos impor.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.


Escrito por DIego Francisco às 19h44
[] [envie esta mensagem] []


25/01/2008

OUTRAS VERDADES SOBRE O AMOR

Para quem deseja saber mais sobre a vida e sobre o amor, mas também para aqueles que preferem continuar sem saber, aqui vai um novo texto, para dar continuidade às filosofias e outras verdades sobre o amor.

Ainda volto a dizer, que o amor pode ser todo o que você quiser pensar sobre ele, mesmo que você não goste do que eu escrevi neste artigo.

Se você estiver bem com o (a) seu (sua) namorado (a), noivo (a), marido (esposa), amante, ou o que quiser chamar, então tudo está bem para você.  Mas, se as coisas não estiverem boas, também não há razão para se machucar e nem ficar com raiva das minhas palavras, pois simplesmente deixo uma opinião, que não será a primeira, nem a segunda e muito menos a última, porque creio que, depois deste texto haverá vários comentários, talvez ruins, porque este tipo de filosofia não é apropriada para se dizer e/ou se escutar, no entanto, devemos ouvir de tudo para que a nossa mente escolha o que seja bom ou não para ter como aprendizado e/ou lição de vida.

Acredito que, o leitor esteja se perguntando qual é a minha idade, se eu escrevo sobre a minha vida e se não tenho coisas melhores para fazer ao invés de ficar aqui, escrevendo e escrevendo coisas desagradáveis e que talvez, eu pareça um garoto aborrecido com a vida.  No entanto, não é isso, posso garantir.  Simplesmente a minha filosofia de vida é crer que sempre haverá mais que duas respostas, duas soluções para um problema, duas saídas e que o sim e o não, não sejam suficientes para agirmos na vida, porque além de o tempo ser curto, também sofremos as circunstâncias do momento.

Embora você não concorde comigo, vou continuar dizendo o que penso, porque creio que seja uma verdade, pelo menos agora, pois como sentimento é coisa de momento, poderei mudar de opinião algum dia, mas, enquanto isso não me acontece, vou seguindo o meu caminho em busca de respostas que eu tento saber, e que talvez não seja do interesse de todos, mas é o meu.

Já que estamos falando de amor, vou logo dizendo o que penso sobre ele, e uma das coisas que eu compreendi é que, casar é apenas um ato de dizer publicamente que se dorme com outra pessoa, e não porque se deseja a benção de Deus, porque Ele abençoa todos os amores verdadeiros, mesmo que você não tenha se casado numa igreja, porque o mais importante é o que o teu coração sente e o que se tem a oferecer de verdadeiro à outra pessoa:  amor, respeito, fidelidade e outras coisas que somente amando se sabe e se aceita.

Talvez, não seja correto de minha parte dizer isso, mas com o dinheiro do casamento é possível comprar muitas coisas que uma casa necessita:  fogão, sofá, geladeira e várias outras coisas.

Deixo aqui bem explicado, que não é minha intenção fazer com que as pessoas se esqueçam do ato do matrimônio, porque é claro que, casar deve ser considerado um acontecimento único na vida do ser humano, também podendo ser o melhor dia da sua vida.

Também percebi que, as pessoas se casam hoje para se separarem amanhã, por não conseguirem manter o compromisso de uma vida, inteira que é o respeito ao outro.

Embora o amor seja o maior de todos os sentimentos, quiçá o melhor, e que nada e nem ninguém o supera, percebi que se pode casar por amor, mas é por falta de uma coisa tão simples que o casamento acaba:  sexo.

Não me importo que digam, que eu esteja exagerando, porque vou manter o que eu disse aqui, pois muitos dos amores são iguais.  Tudo começa com uma simples conversa, depois o primeiro beijo e mais beijos, depois, quando só ficar nos beijos já está muito chato, finalmente sexo para dar mais vida ao romance.  Se estas pessoas decidirem se casar, tudo começa maravilhoso, o outro é a melhor pessoa do mundo, porém depois, os defeitos do outro começam a aparecer.  No começo tudo parece normal, pois quando se ama, é preferível fingir que não os vemos, e se os vemos, aceitamos com a crendice de que tudo isso é coisa do ser humano.  Mas, com o tempo tudo vai ficando chato, pois daí vem o arrependimento (pelo menos, para vários casais) e o amor começa a perder o seu rumo.  E, por falta de sexo, de novidades no casamento e talvez a traição, que os amores não são mais como os de Romeu e Julieta e de muitas outras almas gêmeas.

Um conselho que sempre dou para as pessoas é que, não viva muito perto da sua família, para que não opinem em sua vida, porque ao invés de lhe ajudar, pode acabar destruindo mais facilmente o seu casamento, pois um casal vive um período de conhecimento e terá de se acostumar com as primeiras brigas, que todo mundo passa.

E, se quiser mesmo salvar o teu amor, invente coisas novas para que o amor esteja sempre vivo no coração de ambas partes, haja sempre com sinceridade e qualquer problema, o menor que seja, conte para o seu amor, porque é melhor solucionar logo um pequeno obstáculo, antes que se torne uma pedra enorme no seu caminho.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.


Escrito por DIego Francisco às 21h43
[] [envie esta mensagem] []


01/01/2008

COISAS DE CADA TEMPO

Parece incrível, mas este ano de 2008 que se inicia, está me fazendo pensar em muitas coisas para a minha vida, não só o que quero, como também sobre coisas que eu nunca quis e/ou jurei nunca em fazer durante a minha vida, mas que agora estão me fazendo repensar, se em todo esse período que eu disse sim ou não, se eu realmente estava correto, e que quando eu queria dizer uma coisa, na verdade gostaria de dizer outra.

Pensei também, sobre todo esse meu tempo gasto (para não dizer, desperdiçado), fazendo uma limpeza em meus pensamentos, para que eu pudesse a partir de agora, recolocar tudo em ordem ou simplesmente criar um novo jeito de conduzir o meu destino.

Refleti sobre coisas que fiz e deixei de fazer, como também em coisas que ainda posso fazer.  E, com isso, tentei me ver (quando na verdade, não gostaria) no mesmo caminho que os demais, que seguem a vida como uma regra para cada idade que tem.  Sei que parece estranho, absurdo falar isso, mas é a mais pura verdade.  Reparei que, quando somos pequenos, só pensamos em brincar.  Meninos gostam de carrinhos, futebol, videogame, pipa, entre outras coisas.  Meninas gostam de boneca, de brincar de “casinha”, entre outras coisas, para não dizer que são domesticadas assim.  Meninos são criados para serem livres, independentes, enquanto meninas, passam inocentemente por um treinamento do que fará em sua vida futura, para respeitar o seu marido (não que isso signifique ser dependente dele, porém companheiras para todas as horas, tendo uma vida tão independente ou quase, quanto os homens).

Quando crescemos, tudo nos conduz a um conhecimento maior, a nos faz sentir mais independentes, quando na verdade só é o começo de toda uma dependência, e se não for financeira, pode ser também física e/ou emocional.  Chegamos à adolescência, os “hormônios em fúria”, gritando silenciosamente por prazer, satisfação, compensação, alegria e um amparo para continuarmos crescendo.  Jovens procurando parceria/amor, quando lá no fundo querem sexo.  E, depois da primeira vez, não há quem se comporte mais.

Depois de algumas experiências com o próprio corpo, busca-se uma parceria estável, não porque não se agüenta mais ficar “pulando de galho em galho”, não porque seja ruim ficar com uma pessoa hoje, e outra amanhã, mas porque essa idade de “cachorro no cio” está passando (será?).

E, quando se estabiliza sexualmente e amorosamente, acredita-se que tudo está resolvido, quase que num “mar-de-rosa”, embora as pessoas não se dêem conta que rosas têm espinhos, e muito!

Vive-se um tempo com determinada pessoa, e com o tempo, parece cansar, porque tudo fica monótono, a (o) esposa (marido) chata (o), entre diversas coisas.

Cada fase de nossa existência tem um significado.  Pergunto-me, se é o tempo que nos influencia ou se somos nós que o influenciamos.  Enfim, enquanto não se tem essa resposta, só nos resta aproveitar.

Chega então, os anos 40 e 50 de nossas vidas (embora eu não tenha essa idade, ainda).  Recomeça a idade do “cachorro no cio”:  homens velhos se tornam assanhados (sem generalizar), mulheres coroas tornando-se “foguentas” (sem generalizar).  Sei que, muita gente que estiver lendo isso, está com raiva de mim, desejando me “matar” por causa do que eu disse aqui.  É lógico que, alguns ficarão rindo das loucuras colocadas neste texto, mas infelizmente ou felizmente, não sei ao certo, são coisas que eu vejo diariamente, essa volta à “garotice”.

Nosso tempo vai passando, e Saturno continua a ser cruel conosco, embora o necessitemos, para adquirir experiências, pois se não fosse pelo próprio tempo, não evoluiríamos, e se quer, teríamos nascido.  É o rei que nos faz carinho com uma mão, e com a outra, nos bate.

Finalmente, se conseguirmos chegar a ser idoso (do jeito como o mundo está, e nossa alimentação nada saudável, entre outras coisas), nos resta esperar pela morte, e enquanto isso não acontece, temos de nos conformar com essa nova fase de bebê em nossa vida.

Por isso, aprendi que cada idade oferece algo especial, não havendo um período melhor ou pior.  Pode até ser que, determinada fase de nossa vida seja melhor do que outra, no entanto, dependerá de outros fatores, como alegrias, tristezas, sofrimentos, etc., pois só saberemos qual foi a melhor época de nossa vida, quando passarmos por todas elas, porque não se pode decidir de imediato, esta ou aquela como a melhor, quando ainda virão outras que poderão suprir tais alegrias e/ou tristezas.

 

Gostou do texto ou acredita que alguém esteja precisando lê-lo?  Então, envie-o, colocando o endereço do Blog, a categoria e o título do texto.


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 18h38
[] [envie esta mensagem] []


27/12/2007

SEM TÍTULO PARA AS MINHAS PERCEPÇÕES

O tema deste texto é um pouquinho diferente.  Não vou ficar me remoendo ao amor, porque não estou morrendo e nem apaixonado, mas também não vou focar alguém em especial.  Prefiro comentar sobre uma realidade que vejo dos demais, e infelizmente não posso fazer nada para ajudar e nem para atrapalhar (é claro que eu não quero atrapalhar.  É só modo de falar).

Ao longo de minha vida, que não tem tanto tempo assim (25 anos), acho que pude ver mais do que muita gente conseguiu ou do que gostaria realmente poder perceber.

Percebi que nem tudo é como sonhamos (clichê) e mesmo que alguém te diga que você pode conseguir tudo o que quiser na vida, é pura filosofia, pensamento positivo, música de cantora infantil.  Não estou querendo tornar-lhe pessimista, apenas realista.  A todo o tempo, vejo essa coisa de se ficar iludindo o indivíduo de que ele é um super, mas também não quero fazê-lo sentir-se um "merda".  Simplesmente, estou tentando dizer que, devemos buscar forças no melhor que pode haver em nós mesmos, para lutarmos pelo amanhã, garantindo sobreviver no hoje, porque no fundo, todos queremos ser felizes, trabalhar hoje e descansar um outro dia, entrar no Jardim do Éden ou em qualquer outro lugar que seja ou pelo menos pareça ser bom.

Se estou parecendo um pessimista, um derrotado, alguém que perdeu uma batalha para mim mesmo e/ou para a vida, me desculpe, pois não é minha intenção.  Entretanto, não quero me mostrar um sonhador ou um fanático por desejos, apenas ser vitorioso na batalha contra e ao mesmo tempo a favor de meu ego.

E, nessa coisa de ficar vendo o que não devo ou que me sacia instintivamente, pude perceber que, mesmo que tenhamos dinheiro para comprar tudo o que quisermos, jamais seremos completos, porque senão, seríamos perfeitos, e nenhum significado teríamos para continuar vivos ou pelo menos viver nesse cotidiano.

Vejo ao longo de minha percepção, que tudo o que está junto tende a se separar e vice-versa.  Observo os amores platônicos, que morrem em silêncio, e quando resolvem dar um grito de socorro, são exterminados, para não sofrer mais, ou então como castigo, sofrem eternamente, pelo crime de amar a pessoa errada.  Quer seja pela condição social, quer seja por problemas no "EU" de cada amante, quer muitas coisas que não posso ficar aqui o dia todo explicando, porque são muitas as possíveis respostas, quando na verdade uma só bastava:  MEDO.

Com isso, percebo que amizades são rompidas por causa desses problemas do "EU", que não diz sim, mas também não quer dizer não.  Pelo que eu já observei nos demais e se duvidar até em mim como ser humano, é gostoso saber quando alguém lhe ama, mesmo quando você não quer nada com determinada pessoa.  Reconheço que é um ato egoísta, mas no fundo somos egoístas, porque quando se escolhe amar alguém, não se escolhe porque está favorecendo o outro, mas acima de tudo a si próprio (a).  É muito bom sentir que somos desejados, que somos gostosos e seja lá o que for de bom e positivo que alguém sinta pela gente.  Ficamos nos perguntando sobre o que temos, para que alguém se atraia pela gente.  Sinceramente, eu não saberia responder, mas e você, saberia?

Vejo o tempo todo pessoas dizendo não à vida e a si próprias, como num gesto de egoísmo e/ou de vaidade.  Sinto que o leitor (a) agora deve estar se perguntando se esse texto é sobre mim, então eu vou logo dizer que não, não é mesmo, posso garantir isso, mas também não é sobre ninguém em especial, nenhum (a) amigo (a), familiar, parente ou quem quer que seja.  E, qualquer coisa escrita aqui, terá sido mera coincidência, pois estou simplesmente fazendo um retrato da realidade que vejo, e como já tinha dito, não posso ajudar.  Todos nós observamos coisas desse tipo nas telenovelas, e ficamos impressionados por causa disso, desejando que os personagens fiquem juntos no fim.  Por que não fazermos o mesmo na vida real?  Não tem graça?  Nós somos esses amores ou esses rivais?  Nem os "viveram felizes para sempre" são tão feliz assim.

Já falei de amor, e agora quero mudar um pouco de assunto.  Pois, como eu lhe disse, o texto não tem nenhum assunto em especial, além do simples prazer em escrever.

Basta sairmos de casa, encontramos pessoas que se perdem em seus caminhos, perdendo-se nos seus próprios pesadelos, quando pensam que a vida fácil é um sonho.  Também fico triste por não fazer nada, talvez seja opção minha não me intrometer nos problemas alheios ou talvez eu não saiba como fazer isso.  No entanto, muita gente não sabe o que fazer, e se não fica no silêncio da ignorância - para não dizer, no da hipocrisia -, fica então se escondendo da realidade, criando uma nova realidade para os demais e si mesmo (a).

Vejo pessoas chorando por estarem sofrendo, mas também vejo aqueles que preferem mergulhar na própria dor, por parecer mais cômoda ou porque prefere continuar a se esconder de si mesmo (a), quando pensa estar se escondendo dos outros.

Vejo o que eu quero, preciso, gosto e o que meus sentidos externos e internos me permitem ver, para que assim eu possa fazer o meu próprio julgamento (não para condenar, porque não sou juiz), mas para tentar ajudar, e se não for esse realmente o caso, me colocando invisivelmente na posição de jurado ou testemunha de tais atos alheios, já que no fundo, e como dizem por aí, tudo se vê e se sabe, e comigo não seria diferente.

Muitas vezes, sabemos quando alguma pessoa está de fato sofrendo, e nem sempre procuramos fazer algo para ajudá-la, porque não nos importa a dor alheia, já que temos muitos problemas também, e nem por isso, alguém vem nos ajudar.  Por que fazer isso pelos outros?  Cada um na sua!  (pensamento típico de alguém egoísta e/ou que não tem mais paciência consigo mesmo e/ou com os demais).

Não quis dar um título em especial ao meu texto, porque não importa o nome que eu dê, porém o conteúdo aqui expresso não só em palavras, mas em sentimentos, os mesmos que sabem quando alguém está sofrendo por simplesmente estar vivo e não poder fazer nada.

Uma salvação?  A morte?  Esta não é nenhuma salvação, todavia, o modo mais covarde de se fugir de uma responsabilidade.  Resistir ao sofrimento que sempre passa (em algum momento qualquer) é o mais ideal.  Todos temos dias de trevas, mas devemos continuar a buscar a luz do outro lado da abóboda, ou esperar esta vir até nós.  Mas, talvez, seja esse o problema:  esperar, esperar, esperar, e nada ser feito, nem para melhorar ou para arruinar de vez com a coisa, ficando no terrível impasse que é sempre angustiante.  E, como dizem:  "nem fode e nem sai de cima".

E, se você gostou do texto e/ou acha que alguém está precisando ler isso, então indique-o, dando o nome do texto e a categoria. 


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 21h39
[] [envie esta mensagem] []


19/12/2007

FIN-GIR: UMA QUESTÃO DE MEDO OU NECESSIDADE?

Primeiro de tudo, não sei nem porque eu estou escrevendo isto.  Só sei que estou fazendo.  Não sei se faço isto, porque gosto de malhar, ser crítico e/ou bancar o juíz e o jurado ao mesmo tempo, quando na verdade, eu deveria me colocar na posição de mais um simples réu desse cotidiano, no qual todos somos vítimas, porém culpados também, já que somos nós que alimentamos as coisas que fazemos e que nos vêm a acontecer, pois somos nós que, de certa forma, "colocamos mais lenha na fogueira".  Todavia, esse fogo que nos esforçamos em acender, para nos aquecer, pode acabar nos queimando.  Não sei se é por imprudência, por medo, orgulho, vaidade ou necessidade.  Simplesmente digo que no fim essa é a conseqüência - para não dizer castigo - por nossos atos.

Gostaria sinceramente de saber o porquê de o ser humano fin-gir tanto.  Só sei que enquanto eu tento achar respostas, vou citando alguns motivos pelos quais todos, sem exceção, fingimos.  Percebi que muitas pessoas fingem, e que nem sempre é pelo mesmo motivo/causa, mas só sei que fingem, e cada uma a seu momento e de acordo com a necessidade do momento:

Pessoas fingem que estão felizes, só para agradar aos demais ou enganar a si própria.  O ser humano é capaz de fin-gir que está sofrendo, apenas para ter um pouco de carinho, para não dizer um pouco de piedade dos demais, e também tem a capacidade de chorar em falso, fin-gir que está sentindo prazer durante uma relação sexual, quando na verdade não está a fim e queria simplesmente tirar aquele bosta de cima dela (geralmente é mulher quem finge, e nunca o homem).  Pessoas fingem que estão apaixonadas, fingem não saber de nada, pois assim, são mais espertas do que aqueles que dizem que já sabiam.

Existem inúmeros motivos para se fin-gir.  Simplesmente, as pessoas procuram utilizar esse poder que têm, para fugirem de algum problema ou apenas para não criar um outro.  Só sei que, analisando essa palavra, pude compreender que, fin-gir nada mais é do que a separação do indivíduo consigo mesmo, a partir do momento em que se anula, criando falsas interpretações e fugindo de seu EU, por mostrar que adota uma opinião alheia como sendo a sua (apesar de vários indivíduos terem a mesma opinião em determinado assunto, haverá um momento em que será do contra.  Mas, isso não é o que acontece com quem finge).

Então, eu fico aqui me perguntando, se fin-gir deve ser considerado uma questão de medo ou necessidade.  Há quem diga medo, também poderão dizer necessidade.  Enfim, não sou eu quem deve ficar aqui discutindo sobre isso, mas cada um de nós em nossa própria mente, para assim saber quem realmente está enganando quem, se é você que está enganando a si mesmo ou se a sua mente está lhe deixando a falsa impressão de pensar que você está no caminho certo por agir como tal.

Poderia dizer que, pessoas também fingem para agradar, tanto aos outros como a si próprias.  O motivo?  Já foi dito neste início de parágrafo.  Só o que se pode dizer é que o ato de fin-gir é coisa antiga:  pessoas já fingiam estar apaixonadas por outra, só para usufruir dos benefícios financeiros de um casamento, por exemplo.

Infelizmente, o ato de fin-gir torna-se uma prática comum no cotidiano das pessoas, porque esse modo, não parecendo ser o mais justo e/ou ideal, funciona como um mecanismo de defesa para as pessoas, e querendo ou não, precisa-se muitas vezes, assumir a necessidade e/ou recurso de se utilizar uma boas "mentirinhas", para auto-defesa.

O fin-gir nos coloca não só em uma posição de defesa, como também em ataque, dentro de uma sociedade.  Fin-gir pode nos obrigar a ser sociáveis com os demais, mesmo quando não queremos, só para manter um padrão comportamental em um meio, quando lá no fundo, gostaríamos de dar as costas para determinados indivíduos e/ou simplesmente, mandá-los para "aqueles lugares que ninguém gostaria de ir".  Sendo assim, pode-se compreender que esse tipo de atitude, no fundo, nos ajuda a manter um tipo de classe, porém passamos por um tipo diferente de batalha:  a interna, pois temos de lutar contra nosso próprio ego, para não fazermos e/ou dizermos o que na verdade pretendíamos.

Vocês podem estar agora pensando naquelas pessoas com quem são obrigadas a "bancar" o educado, só para não "perder a linha", ea provavelmente pode estar tendo o ímpeto desejo de fazer isso agora.  Mas, calma!  Controle-se!  Não é necessário criar uma guerra inútil ou lutar contra "moinhos de ventos" (Miguel de Cervantes), porque esse tipo de guerra, você já pratica consigo mesmo, e lutar contra os demais, num momento desesperado e/ou inapropriado não irá lhe deixar mais forte, porém mais vulnerável às circunstâncias.  E, apesar de, eu não estar lhe incentivando a lutar, digo que seria importante esperar o momento apropriado para dizer e/ou fazer o que tem vontade.  Todavia, meça as circunstãncias, pois tudo acaba voltando contra a gente, querendo ou não.

Deve ser curioso tentar entender a razão, pela qual decidi fazer este texto:  É muito simples.  Durante muito tempo em minha vida, tive que ver as coisas e aceitá-las.  Quer eu fosse pequeno demais para fazer as devidas modificações, quer eu ainda não tinha poderes para isso, pois num mundo já com conceitos prévios, tive que me adaptar a tal realidade, para tentar compreender, para assim, erradicar alguns conceitos que eu penso e/ou pensava ser errados.  Resolvi romper com a hipocrisia, com a falsa politeness (gentileza, educação), e já que eu não conseguiria colocar um pouco de verdade a alguns poucos que eu conheço, eu acreditei que poderia investir em mim mesmo, porque sei que não seria uma ação inútil e que me traria bons resultados, se eu tentasse.

Não vou dizer que, eu seja 100% verdadeiro, mas não posso dizer que estou abaixo de 50% no conceito verdade.  Só o que digo é que a cada dia, eu venho buscando novas formas para viver melhor, apesar de eu saber que ninguém nunca será 100% isso ou aquilo, e que muitas vezes, o que se chama de omissão/hipocrisia, é apenas um jeito discreto de se viver, porque muitas coisas que vemos no dia-a-dia com respeito aos outros, não nos interessam, e temos de respeitar isso, temos de acatar o direito de cada um ser feliz como pensa que é, e ponto final.

E, se você gostou do texto e/ou acha que alguém está precisando ler isso, então indique-o, dando o nome do texto e a categoria. 


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 21h50
[] [envie esta mensagem] []


15/12/2007

APRENDI. E, POR ISSO, SOBREVIVI

Durante toda quase toda a minha vida, ou pelo menos até este momento, eu tive que ver coisas que não queria e simplesmente aceitá-las, quer porque eu não tinha poder suficiente para mudar as coisas, quer porque assim já tinha sido escrito, não sei, se por mim ou quem tenha sido, só sei que a coisa era assim.  Por isso, a partir do momento em que eu pude ser realmente considerado um ser humano racional - pois já tinha poder suficiente para refletir e decidir sobre o que queria de verdade da vida - pude compreender aquilo que estava oculto, não só no mundo, como também, em mim mesmo.

Tive que aceitar ser derrotado muitas vezes, mas isso era somente, porque a vida estava me treinando para reagir a todas as adversidades que surgiriam.  Se não for por isso, sinceramente, não sei dizer o porquê, então.

Ou eu aprendia com o que os meus olhos me ofereciam ou então eu me f... de vez.  E, como eu não sou nenhum idiota, preferi tomar aulas de sobreviência com o professor TEMPO, na sala de aula do COTIDIANO, com diversos colegas de classe:  INIMIGO, AMIGO, SOLIDÃO, COMPANHIA, AMOR, RAIVA, ÓDIO, ALEGRIA, TRISTEZA, CRÍTICA, RAZÃO, EMOCÃO, AJUDA, EGOÍSMO, ESPERANÇA, VIDA, MORTE, PERSEVERANÇA, DESGOSTO, INVEJA, SACRIFÍCIO, SARCASMO, entre outros que não consigo me lembrar ou não valem à pena ser citados.

É claro que todo mundo quer aprender, e por pensar assim, não é nenhum idiota.  Seria vaidade minha ou ignorância, se me sentisse superior aos demais por pensar que só eu estou aprendendo.  É claro que tem muita gente que já está em estágios mais avançados que o meu.  Como também, tem gente que é reprovada o tempo todo nas aulas de cotidianidade.  Alguns porque erram de propósito, outros por ignorância ou preguiça, enquanto o resto, nem se dera conta de que está sendo avaliado o tempo todo, por tudo aquilo que é visível, mas principalmente pelo que está oculto a nossos olhos, mas não em nossa mente, porque podemos de fato, ter a convicção de que não estamos totalmente sozinhos, e embora eu costume dizer que no fim estamos sozinhos, isso não significa que não estamos sendo observados, apesar de nem sempre sermos ajudados por quem e/ou o quanto gostaríamos.  Mas, enfim, temos que aceitar...

..., aceitar algo se não pudermos mudá-lo, ou se já nos dermos por vencidos numa guerra que não teve sequer início ou que os inimigos não tenham se assumido publicamente (para não dizer cara-a-cara).

Sei que, o que estou escrevendo aqui, tem gente que vai gostar, outras não.  Também sei que tem aqueles que dirão que estou maluco ou que eu devo sofrer muito.  Mas, digo que não.  Só coloco de uma forma inovadora, um novo olhar para o mundo, tentando colocar uma lucidez em sua mente (não quero que você pense como eu, simplesmente que possa ter várias opiniões para refletir e assim, buscar um achado, um ideal e uma filosofia, na qual possa acreditar).

Aprendi muitas coisas, concordo.  Falta aprender muito mais.  Contudo, não posso ficar vagando num mundo desconhecido, e que supostamente só estive nele esta vez.  Pois, se alguém achar um rumo, um novo Jardim do Éden, uma nova Atlântida, que mostre aos outros como também chegar lá.  Não seja egoísta, porque ao que parece, ficar sozinho é chato.  Não sei para você, mas pelo menos eu, gosto e costumo ficar sozinho, para refletir, por meus pensamentos em ordem, entre tantas coisas mais.  E, foi com essa filosofia, que pude colocar em ordem os meus conhecimentos, avaliar tudo o que eu conseguia ver com os olhos do corpo e da mente, no sentido de alcançar uma verdade e/ou de pelo menos tentar me aproximar dela.

Aprendi que, na vida, ou você é bom por bem, ou terá que ser bom por mal, pois se você escolher o bem como sua natureza, sofrerá como um condenado, "comendo o pão que o diabo amaçou", mas no final "poderá" ser feliz (se não for nesta vida, com certeza na vida eterna.  Pelo menos é o que dizem os religiosos, que parecem mais tentar nos iludir do que nos fazer reconhecer, que realmente temos um problema e que pode ser corrigido já ou que o problema não tem jeito, tentando fazer o ser a acreditar na posteridade), como nas telenovelas, que conduzem o indivíduo a crer nisso, nem que seja por pouco tempo.

Aprendi que, o amor é apenas uma desculpa para que os homens sejam fiéis e as mulheres façam sexo sem sentir crise de consciência. ("Uma Verdade sobre o Amor", DIEGO FRANCISCO DA SILVA).

Aprendi que, casar é apenas um modo de assumir publicamente que se dorme com outra pessoa.

Aprendi que, apesar de você ser dono de seu próprio destino, você sempre terá de dar satisfações aos outros, sobre a sua vida.  Não importa o quanto você seja independente, você terá que prestar contas de si mesmo para a família, o patrão, amigos e/ou quem quer que seja, como meio de justificar os seus atos, e para buscar auto-afirmação entre os demais, pois o que todo mundo quer é ser aceito em suas idéias e ideais, ter alguém que lhe apóie em seus atos maus e bons, como também, para que os demais não pensem que estamos fazendo coisas erradas e/ou que fazemos isso que é considerado incerto num meio social.

Aprendi que, quando damos algo aos demais, queremos muito mais em troca, por acharmos que o pagamento não foi suficiente.

Aprendi que, as pessoas mais mentirosas e hipócritas, são aquelas que sempre juram dizer algo em nome da verdade.

Aprendi que, ser patriota não é torcer por um time de futebol na Copa do Mundo, vestir uma roupa com as cores da bandeira e/ou assisitr a um desfile de independência, porém honrar um país dentro e fora dele.  Mas, até para isso, o time precisa estar ganhando, e isso só demonstra que todo o amor que tanto sai dos lábios é passageiro.

Aprendi que, não existe união eterna e/ou perfeita, e que isso é marca de açúcar e empresa de ônibus.

Aprendi que, se Deus fosse casado, com certeza o céu não seria azul, mas sim rosa; as estrelas, jóias, para que pudessem ser colocadas no pescoço.  E, com certamente, Ele precisaria de um ombro amigo quando quisesse desabafar.  Só teria uma vantagem:  jamais seria corno.

Aprendi que, as pessoas mentem mais por amor do que por medo ou orgulho.  É o medo de perder o que não temos mais, que nos faz perder o pouco de dignidade que ainda nos resta.  Por isso, ao invés de recolhermos o lixo para que não se espalhe, jogamos outra balde, até escorregarmos em nossa em nossa própria casca-de-banana.

Aprendi que, se "a voz do povo é a voz de Deus", então o mundo está perdido.  Eu, freqüentemente, vejo pessoas fazerem péssimas escolhas, principalmente na política.  Sendo assim, eu deveria pensar que, Deus não gosta do Brasil.

Aprendi que, nem Deus nos presta um favor gratuitamente.  Pois, principalmente Ele nos cobra o tempo todo pela graça dada, exigindo simplesmente de nós uma lealdade e que fiquemos no bom caminho.  Parece fácil dizer isso, mas na prática não é fácil cumprir tais exigências, porque somos pecadores por nossa própria condição de inferioridade, e ao que aparenta, gostamos de ser assim mesmo, de pecar e de viver o lado da vida que supostamente é o mais gostoso e/ou divertido.

Aprendi que, se não fizermos um bom uso de nosso próprio dinheiro, os outros o farão, depois da morte.  Pois, por tentar acumular tesouros na Terra, sem poder levá-los para o Céu ou para o inferno, nem para subornar o demônio.

Aprendi muitas coisas, mas não posso ficar o dia inteiro contando o que aprendi.  Está na hora de você procurar aprender também.  E, se você quiser ler mais, fique atento (a) a este site, que cada dia inova com uma nova reflexão para você.  Ou então, escreva a sua.

Aprendi, e continuo aprendendo, e só por isso, sobrevivi...

...A tudo o que eu tive que enfrentar ou pelo menos buscando força e experiências para o que certamente terei de lutar, num futuro próximo ou muito distante, quem sabe.

E, se você gostou do texto e/ou acha que alguém está precisando ler isso, então indique-o, dando o nome do texto e a categoria. 


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 15h51
[] [envie esta mensagem] []


11/12/2007

O AMOR É VULNERÁVEL

Quem é que consegue resistir à tentação de um amor?  Você consegue ficar muito tempo sem pensar no seu amor ou em seu (sua) pretendente?  Consegue ficar sem vê-lo (a) por muito tempo?  O quanto é muito tempo para você? Você consegue dominar os seus sentidos?... 

... Ou são eles que lhe dominam?  Alguma vez você já parou para pensar sobre isso?  Se não... pode começar a partir de agora.

Dizem que o amor fortalece, que faz bem e que revigora o ser humano.  É verdade, o amor realmente tem de certa forma o poder de fazer tudo isso, mas quem na verdade faz tudo isso não é o amor, mas você mesmo (a), graças a sua vontade de viver, de vencer a à força que o próprio amor revoluciona em você.

Dizer que fulano faz bem, mas beltrano não é relativo, mas eu não gosto disso, porque é um clichê e além do mais, reflete a falta de personalidade de muitas pessoas ao dizerem isso, ou simplesmente revela que não estão dando a devida atenção ao assunto em questão.

Todavia, o sentimento amor também pode nos tornar vulneráveis, pois quando dependemos mais de uma pessoa para viver do que de nós mesmos, prova-se que nossa vida está nas mãos de um ser estranho que vem e vai o tempo todo em nossa vida.  É por isso que estou aqui, nesta mensagem, buscando ressaltar alguns pontos importantes, pois um amor benéfico jamais pode lhe tornar frágil e/ou fazer-lhe sentir com espírito de derrota, mas também não pode ser a única alavanca de sua vida, pois é preciso já ter isso dentro de você.

É quando você deixa transparecer a sua insegurança, que tudo já começa a estar perdido, pois nunca em qualquer caso de amor, aventura, ou outro nome para que você queira a dar ao seu tipo de relacionamento, se deve tirar o seu escudo, essa proteção invisível que existe em você, segurando o excesso de ciúme, os melodramas e as crises passionais que supostamente existem, apenas por medo de perder alguém a quem se pensa realmente amar.

Será que estou maluco ao dizer isso?  Ou nunca amei ninguém antes?  Nenhum, nem outro.  Simplesmente, um dia quando você chuta alguém ou leva um "chute na bunda", passando-se algum tempo, encontra uma nova pessoa e, então percebe que está mais feliz com ela do que com aquele amor do passado.  Tudo é assim, foi sempre assim, e essa regra não mudará nunca, porque acontece basicamente com todo mundo.  É quase que indiscutível.

Se você ainda não estiver satisfeito (a) com as minhas explicações, preciso então ser o mais claro, melhor dizendo, direto:

Imagine uma garota virgem, que tem a sua primeira noite de amor com o seu namorado.  De certa forma, após esse momento tão "mágico", o homem passa a vê-la como propriedade dele, e ela como seu objeto.  Não sei porque isso, mas ainda não consegui entender porque essa relação de submissão ainda existe, pelo menos psicologicamente, porque a maioria das mulheres ainda não vêem os homens como seus objetos, porém o contrário.

Continuando nessa coisa "linda" entre os jovens do parágrafo anterior, certo dia, o cara vai e a abandona.  Então, ela fica louca, porque já fez o que aparentemente não deveria, começa a chorar, se arrepender, porque achando que se tivesse o feito esperar um pouco mais, talvez ele ainda estivesse com ela (claro que nem todo caso é desse jeito, mas de uma grande maioria, sim).  E, nessa tristeza, começa a sentir-se desesperada, porque não tem o apoio da família, devido ao ato que praticaram, lógico que escondido.  Então, começa a ficar meio que em depressão, sentindo-se vulnerável e desiludida (claro que tudo isso é por pouco tempo, apesar de se acreditar, que jamais terá outros namorados).

Se fosse ao contrário.  Se ela tivesse abandonado o cara, certamente, ele ficaria louco, iria até mesmo agredi-la, se sentisse que necessário, já que ninguém gosta de ser abandonado, mas sim dar o primeiro passo.  Pois, na mente dos homens (pelo menos da maioria), é terrível ser descartado, porque supõe-se que ela já esteja com outro e que provavelmente já esteja dando para ele (mesmo que não tenha acontecido ainda, mas como eu foi para cama com ele, pressupõe-se que tenha ido com outro.  É uma forma instintiva de chamar a sua ex de vulgar).

Só o que posso dizer neste fim de texto é, que o amor ensina muitas coisas:  ser mais forte, mais tolerante, mais paciente, ser mais feliz, ser mais humano, e um monte de coisas que cada um, que queira deixar o seu depoimento possa dizer.

Contudo, só se esqueceu de ensinar uma coisa:  a de como sobreviver na ausência e na solidão.

E, se você gostou do texto e/ou acha que alguém está precisando ler isso, então indique-o, dando o nome do texto e a categoria. 


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 20h17
[] [envie esta mensagem] []



REENCARNAÇÃO: TEORIA DE UM NOVO COMEÇO

Você sabe o que é reencarnação?  Acredita nisso ou não?  Acha que está nas Leis que regem o Universo ou que não passa de uma coisa do demônio, como dizem por aí?  Se você não sabe o que significa a reencarnação, pode descobrir agora.

REENCARNAÇÃO =  Ato de renascer, porém em outro corpo, outra família, até mesmo outro sexo.  Todavia, o reencarnado não consegue se lembrar do que fez na vida anterior (ainda bem).

Se você já sabe o que significa, e continua nessa crença de que não existe ou que de fato existe, vou tentar esclarecer alguns pontos (RESSALTO DESDE JÁ QUE, NÃO ESTOU TENTANDO COLOCAR NA CABEÇA DE NINGUÉM, QUE EXISTE OU NÃO REENCARNAÇÃO.  SIMPLESMENTE ESTOU TENTANDO LHE ELUCIDAR, PARA TOMAR CONSCIÊNCIA DISSO POR SI PRÓPRIO (A)).

Enfim, se existe ou não, jamais poderei dizer, mesmo que eu já tenha encarnado e desencarnado inúmeras vezes, pois como posso me lembrar de algo que ainda não se tem uma prova científica.

Todavia, é importante frisar que, desde a Grécia Antiga, com aqueles mitos todos, já se acreditava na reencarnação, que o indivíduo para retornar à Terra, teria de beber água do Rio Lete, para se esquecer de sua vida passada, pois sem isso, a alma não poderia regressar a sua antiga casa, por comprometer assim a ordem estabelecida pelos deuses.  E, não somente na Grécia Antiga, como no Egito Antigo, que inclusive, colocava-se no sarcófago o caminho para voltar à vida, pegando uma carona na "barca do sol".  Porém, esses conceitos sobre um renascer, uma nova esperança para a alma perdida de hoje se encontrar num amanhã, persiste até hoje com as religiões hinduístas, budistas, entre outras.

Segundo os adeptos da doutrina da reencarnação, a alma vem e vai diversas vezes, até conseguir se purificar por completo, elevando-se ou simplesmente estacionando-se em cada fase de existência.  Acredita-se que todo indivíduo, por melhor ou pior que seja, tem uma missão pré-estabelecida aqui na Terra, mas não se sabe qual, pois nem a nossa mente que deveria ser nossa melhor amiga, consegue se lembrar disso.

Bom, o que posso dizer aqui é, que reencarnar, pode significar para muitos, uma nova chance para consertar os erros do passado ou até mesmo do presente, apesar de muitos céticos dizerem que a existência do homem é apenas essa.

Mas, e aí, você já pensou alguma vez nisso?  Em quem você poderia ter sido em outra vida?  Talvez, o seu presente lhe revele mais do que se imagina, pois as circunstâncias pelas quais passamos pode se tratar de um reflexo de nossas atitudes anteriores.  Pois, desde o momento em que nascemos, parece que já temos um destino pré-definido, quer porque tenhamos nascido numa família rica, quer numa pobre, quer com saúde ou com doença, quer branco, quer de outras raças, enfim, quer qualquer coisa que a gente no fundo não queria nada.

Pergunto-me diariamente sobre o que eu vim fazer aqui neste lugar, neste mundo, e nesta era.  Pois, durante grande parte da minha vida (pelo menos até hoje), me senti um peixe fora d'água, embora eu não saiba o porquê disso, mas é como eu me sinto, como se tivesse perdido ou deixado algo de bom e/ou pelo menos importante no passado.  Apesar de, eu nunca descobrir do que se trata, aprendi que devo continuar levando a minha vida, pois é a partir do dia em que eu cheguei a este mundo, que o tempo começa para mim, que de um lado me ajuda a desenvolver mais tanto em corpo quanto em espírito.  Todavia, percebi que, embora eu esteja crescendo e conseguindo maior maturidade, para desfrutar as coisas que cada época de minha vida irá me oferecer, tenho o próprio tempo como o meu inimigo, pois sei que ao mesmo tempo que eu vou me tornando mais sábio, aparentemente, se no mínimo mais esperto, vou me perecendo junto a ele, pois é desta forma sábia, que a natureza faz a sua seleção, para manter tudo em perfeito equilíbrio, pois imagine só, se vivêssemos eternamente, teríamos de aturar para sempre aquelas pessoas chatas e insuportáveis, o mundo não teria sentido e o amanhã simplesmente não existiria, já que haveria nada de novo ou pelo menos esperançoso.

Só posso dizer que, o tempo, apesar de, "morder e assoprar" no sentido individual, é justo no coletivo, pois livra toda uma sociedade, em alguma época, de tormentos eternos, como assassinos, terroristas, ditadores, etc.

Não sei se foi nesta encarnação, mas isso também não importa, compreendi que o tempo muitas vezes é o meu melhor amigo, porque tudo depende de tempo para existir e funcionar, inclusive eu, que precisei de 9 meses para ser formado.

Enfim, preciso terminar este texto, porque assim como você, também quero chegar ao meu Nirvana, pois cada um de nós tem esse objetivo, mesmo que você não saiba o que signifique essa palavra e/ou nunca tenha ouvido.  E, se você realmente quiser entender o sentido dessa palavra, só posso dizer que é a realização individual em todos os sentidos da vida:  amor, sexo, dinheiro, alimento, família, religião, etc.

E, se você gostou do texto e/ou acha que alguém está precisando ler isso, então indique-o, dando o nome do texto e a categoria. 


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 20h08
[] [envie esta mensagem] []


07/12/2007

NATALISMO: DOENÇA DE FIM DE ANO

Define-se ismo, como sufixo usado para se referir a doença ou qualquer coisa assim.  É possível desde já, perceber que ao juntar as palavras Natal e ismo, estou me referindo à Doença de Natal.  Mas, que droga é essa?

Bom, não pretendo neste texto ficar embromando, como faço nos outros, por isso vou logo direto ao assunto:

Quem é que nunca foi vítima dessa coisa de ficar o ano inteiro sem falar e/ou cumprimentar um indivíduo, quer fosse porque não se davam bem, quer fosse o mesmo era chato, antipático, etc?  Mas, o meu objetivo não é me prender a pequenos detalhes, e sim mostrar que, quando chega no fim do ano (dezembro), começa aquela palhaçada (pelo menos para mim) de chegarem e te cumprimentar, desejar "Feliz Natal", que "Deus nos abençoe" e todos aqueles blá, blá, blá, que ninguém aguenta mais ouvir, pelo menos eu, pois muitos choram e se reconciliam nestas datas.  Não me considerem insensível por causa disso, apenas é um outro foco, uma nova visão da realidade e um ponto de vista até relevante.

O fato de eu estar criticando isso, não se refere à reconciliação, porque é muito importante fazer as pazes com quem gostamos e/ou somos obrigados a conviver.

Chega 24/12, e toda aquela ansiedade, não porque seja uma data representativa do nascimento do Menino Jesus, mas porque não se vê a hora de comer o panetone, as rabanadas, o chester, as frutas, etc.  Daí, a meia-noite "acontece", ou seja, um fenômeno de "paz e amor" está no ar.  Pessoas que você costumava a se distanciar, agora estão bem perto e você, nesse "encantamento" vocês fazem as pazes.  Tudo parece lindo e de volta à normalidade...

...Chega então, o momento mais esperado - 31/12 - noite de Ano Novo, período de renovar as promessas, fazer novos pedidos, aquelas simpatias de costumes como as da romã, lentilhas e outras coisas mais que supostamente tragam dinheiro (espero que dê certo, mesmo que o pedinte seja um preguiçoso), jogar aquelas flores no mar, fazer aqueles titanic's, e outras coisas do gênero (não estou criticando e/ou debochando, apenas buscando uma outra forma de representatividade, para expressar o meu ponto de vista), pessoas se vestindo em branco, "virando" o ano de calcinha vermelha, para trazer sorte no amor, etc.  E, assim, você acredita que com a virada do ano, tudo será melhor e para quem é um pouco esotérico, os astros farão o trabalho.

Enfim, não estou tentando acabar com as suas ilusões sobre um futuro melhor e/ou qualquer coisa do gênero, nem sendo pessimista, embora é o que mais esteja parecendo neste texto.  Simplesmente desejo ressaltar que, por mais que as coisas pareçam melhorar para a nossa vida, algumas coisas nunca mudam:  Sabe aquele indivíduo com quem você se reconciliou no Natal?  Já está novamente falando mal de você, lhe pichando, lhe criticando, entre outras coisas mais.  E, é assim, que tudo realmente volta a normalidade em ser.

E, se algum indivíduo acha que eu esteja exagerando, deixe a sua opinião.

E, se você gostou do texto e/ou acha que alguém está precisando ler isso, então indique-o, dando o nome do texto e a categoria. 


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 18h58
[] [envie esta mensagem] []


30/11/2007

AS PESSOAS: SÃO HUMANAS OU SAFADAS?

Define-se humano, o ser que é racional e livre para expressar as suas idéias, fazer as suas escolhas e ser o que bem entender (pelo menos na teoria, porque na prática está difícil).  O homem só conseguiu o mérito de humano, após a descoberta da razão.

Um conceito para safado pode ser:  indivíduo que faz coisas erradas, cruéis e/ou contra a moral e o bom-costume.

Dependendo de como se ver as coisas, um indivíduo pode ter uma ou outra característica, como também ter as duas.

Mas, no ponto de vista crítico, o que é ser safado?  O homem que engana um amigo?  Trai a esposa?  Um ladrão?  Um político?  Um pastor?  Uma pessoa tarada?  Um trambiqueiro?  Ou o quê, então?

Foi como eu disse antes neste texto.  Tudo depende de como se vê as coisas, pois existe aparentemente o safado no bom sentido, apesar de a palavra denotar negatividade, mas o bom sentido desta palavra é para dizer que alguém é fogoso, quente, sem-vergonha na cama, ou coisa do gênero.  Todavia, já voltando ao mau sentido da mesma, pode representar um indivíduo sem valor.  Contudo, vale ressaltar que todos nós temos algo de safado dentro da gente, e se não for por uma coisa, certamente será por outra, e isso também dependerá de como fizermos as coisas e também como as pessoas vão aceitar os nossos atos, pois quando eu falo isso, é porque existe uma resposta muito simples:  às vezes, fazemos coisas para nos livrar de problemas, sem pensar antes nos outros, e muitas vezes, somos chamados de safados por agirmos egoistamente (pelo menos é como somos vistos), porém nem sempre agimos com egoísmo, mas sim com amor próprio, pois não podemos ficar parados e deixar de viver a nossa vida, na espera pelo outro ou em seu atraso, porque assim, estaríamos sendo egoístas conosco, porque se tem uma coisa que pelo menos eu valorizo, e muito, é o amor próprio, essa capacidade de nos amar e começar o melhor por nós, já que a gente vive num mundo, no qual ninguém espera mais ninguém, e que é cada um por si e Deus por todos.

Entretanto, não poderemos jamais fugir de um conceito fundamental:  tudo o que é safado é também humano, pois a palavra humano não quer dizer perfeição, pelo contrário, imperfeição, erro, mas também persistência e aprendizado árduo e continuo.  E, se você acha que estou errado, gostaria de saber onde...

E, se você gostou do texto e/ou acha que alguém está precisando ler isso, então indique-o, dando o nome do texto e a categoria. 


Escrito por DIEGO FRANCISCO às 23h15
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
 
 
       
   
Histórico
    Categorias
      Todas as mensagens
      AUTO-AJUDA
      INFORMAÇÕES ÚTEIS
      CRÍTICA PROGRESSIVA
      FILOSOFIA E PENSAMENTOS
      CURIOSIDADES



    OUTROS SITES
        Mundo DImais
      Leitura Subjetiva (notícias)
      Mundo DImasiado (español)
      BOL - E-mail grátis
      UOL - O melhor conteúdo


    VOTAÇÃO
        Dê uma nota para meu blog